Unifique a evidência
ASO, avaliação físico-funcional, antropometria e histórico de embarque deixam de viver em planilhas separadas e passam a alimentar um único registro por colaborador.
Vertex OSS v3 em operação · offshore e óleo e gás
Aptidão documental e prontidão físico-funcional são perguntas diferentes. A segunda decide se o colaborador sustenta resgate, manutenção pesada, escada de jaqueta e turno de 14 dias — sem virar afastamento, substituição de embarque e passivo.
ASO, avaliação físico-funcional, antropometria e histórico de embarque deixam de viver em planilhas separadas e passam a alimentar um único registro por colaborador.
Checkpoints de 15, 30, 60 e 90 dias montam série histórica. O gestor enxerga desvio em relação à linha de base do próprio colaborador — não média de planta.
Cada alerta traz faixa, evolução e encaminhamento. O que é clínico, hormonal ou metabólico sai da nossa alçada e vai para o profissional habilitado, com registro.
Construído sobre norma, não sobre opinião
O problema
O exame ocupacional responde a uma pergunta clínica e legal. Ele não foi desenhado para dizer se aquele corpo sustenta a demanda física real da função — e é nessa distância que nascem o afastamento, a substituição e o passivo trabalhista.
| Demanda crítica da operação | ASO | Autorrelato | Vertex OSS |
|---|---|---|---|
| Resgate e abandonoCarga, deslocamento e resposta sob estresse | não cobre | não cobre | mensurado |
| Manutenção pesadaEsforço repetido, postura sustentada | parcial | não cobre | mensurado |
| Acesso por corda e escada de jaquetaProntidão para trabalho em altura | parcial | não cobre | mensurado |
| Posto de trabalho e posturaDemanda ergonômica sustentada a bordo | não cobre | parcial | ErgoVertex |
| Turno de 14 diasAcúmulo de carga e recuperação entre jornadas | não cobre | parcial | monitorado |
| Evolução entre embarquesPiora funcional progressiva e reincidência | não cobre | não cobre | série histórica |
Leitura de escopo, não de qualidade: o ASO cumpre integralmente a função para a qual foi desenhado. A matriz mostra o que nenhum instrumento atual responde — e que permanece como risco não medido na operação.
Como funciona
ETAPA 01
Protocolo aplicado de força, mobilidade, resistência, composição corporal e antropometria ocupacional, com parâmetros diferenciados por sexo e ancorados em literatura e norma publicada. Parâmetro de engenharia entra marcado como aguardando homologação — nunca como fórmula silenciosa.
ETAPA 02
IOCO classifica o corpo no contexto da demanda offshore em cinco faixas, com trava rígida nas superiores. IACO traduz capacidade funcional aplicada à função. RCO lê seis eixos corporais. O IMC não é descartado: volta ao lugar correto, como ponto de entrada e nunca como decisão final.
ETAPA 03
Série histórica por colaborador, função e unidade. Checkpoints de 15, 30, 60 e 90 dias acompanham quem entrou em monitoramento. A Sala de Situação mostra desvio em relação à linha de base — o gestor vê quem piorou, não quanto a planta pontuou.
ETAPA 04
Cada alerta chega com faixa, evolução e encaminhamento definido. Quando o sinal é clínico, hormonal ou metabólico, o sistema encaminha a médico do trabalho, médico do esporte ou endocrinologista. A decisão de restrição é da empresa; o dado que a sustenta é rastreável.
Ecossistema
Metodologia que mede, índices que traduzem, plataforma que consolida e inteligência que antecipa. Tudo proprietário, tudo com escopo declarado — inclusive o que ainda está em homologação.
Núcleo da gestão de risco humano: cadastro, avaliações, índices, checkpoints, Central GRO/PGR, Relatório NR-1 com filtros e exportação, Painel Médico restrito e Portal da Clínica para envio de ASO por clínicas parceiras.
Aplicação de ergonomia cobrindo avaliação de posto e demanda postural sob a NR-17, integrada ao mesmo registro do colaborador.
Painel executivo por unidade e função, ordenado por desvio em relação à linha de base. Mostra quem piorou e o que está pendente, não ranking de planta.
Acompanhamento de colaborador elegível a monitoramento, disparado por gatilho de composição corporal e conduzido pelos checkpoints de 15, 30, 60 e 90 dias. A entrada no programa é decisão humana, nunca automática.
Metodologia proprietária de avaliação físico-funcional aplicada à demanda offshore, com protocolo, parâmetros de referência e relatório padronizado.
Índice Ocupacional Corporal Offshore: cinco faixas com trava rígida nas superiores. Não elimina o IMC — coloca o IMC no lugar correto, como ponto de entrada e não como decisão final.
Índice de capacidade funcional aplicada à função: traduz o resultado da avaliação na demanda real do cargo, e não em escore genérico de aptidão.
Leitura de seis eixos corporais em um único gráfico: força, mobilidade, resistência, composição, recuperação e estabilidade.
Cadastro e acompanhamento de treino e recondicionamento físico do colaborador em monitoramento, com vínculo ao histórico de avaliação.
Medidas corporais aplicadas ao posto de trabalho e ao equipamento, base para as decisões de ergonomia e de acesso.
Análise físico-funcional por vídeo, com estimativa de pose em três dimensões e classificador versionado. Calibração de limiares contra avaliadores humanos em andamento antes de uso em decisão operacional.
Módulo móvel de fadiga e prontidão: pulso de turno, esforço percebido pós-jornada e recuperação. Opera offline no embarque e sincroniza quando há conexão.
Agente de inteligência operacional: lê a base antes de concluir e entrega resumo executivo, principais riscos, sinais precoces, plano de ação e casos para reavaliação — priorizando piora recente e pendência, não volume.
Pulso diário de turno e recuperação percebida consolidados em alerta na Sala de Situação, para leitura de carga acumulada dentro do ciclo de embarque.
Acompanhamento individual em corrida, musculação, pilates, outdoor e desenvolvimento de equipes, com nutrição via parceiro CRN. Entra pelo eixo deficitário e é remedido nos checkpoints.
Programa de prontidão físico-funcional para o efetivo embarcado: avaliação, plano de recondicionamento e reavaliação dentro do ciclo de embarque.
Prontidão físico-funcional dirigida ao profissional de acesso por corda certificado IRATA, com foco na demanda específica de suspensão, resgate e trabalho em altura.
W360 · Núcleo de acompanhamento
O W360 é a camada de execução do ecossistema: um núcleo que acompanha cada colaborador nas atividades que movem os índices — e devolve o resultado para a mesma base em que ele foi medido. A intervenção não é escolhida por preferência; é escolhida pelo eixo que ficou fora da faixa.
01 · Medir
IOCO, IACO e os seis eixos do RCO apontam onde o corpo não sustenta a demanda da função.
02 · Intervir
Cada colaborador entra no programa pelo eixo deficitário, com modalidade, frequência e meta declaradas.
03 · Remedir
Aos 15, 30, 60 e 90 dias, o mesmo protocolo mede de novo. O que não moveu o índice é revisto.
↺ o resultado volta para a mesma série histórica — intervenção sem remedição não entra no relatório
Base aeróbica com progressão de carga por zona, para sustentar deslocamento em emergência e recuperação entre jornadas de turno.
Força aplicada aos padrões reais da função — levantar, puxar, carregar, subir — com periodização ligada ao ciclo de embarque.
Controle de tronco, mobilidade e estabilidade lombar — a linha de frente contra o risco osteomuscular de postura sustentada e esforço repetido.
Conduzida por nutricionista parceiro, com registro no CRN. O núcleo integra o plano ao acompanhamento e ao histórico — não prescreve dieta nem suplemento.
Trilha, circuito e prova em ambiente aberto: prontidão sob terreno irregular, clima e fadiga — o mais perto do cenário real fora da unidade.
Desafios físicos em grupo desenhados para coordenação, comunicação sob esforço e liderança de campo — a equipe que embarca junta treina junta.
Atividades conduzidas dentro do escopo do profissional de Educação Física, CREF 058773-G/RJ. Nutrição e suplementação ficam com nutricionista habilitado; sinais clínicos seguem para médico do trabalho, médico do esporte ou endocrinologista, conforme o caso.
Instrumentação
Nada aqui é escore de bem-estar. Cada indicador tem fórmula declarada, faixa de referência e regra de parada — é o que permite sustentar auditoria, PGR e conversa com diretoria.
RCO · Radar Corporal Offshore · exemplo ilustrativo
Valores demonstrativos, não representam colaborador real. Em operação, cada índice carrega unidade, faixa de referência e regra de trava declaradas na própria tela.
Dentro do sistema
A Sala de Situação ordena por desvio, não por média. O que aparece no topo é quem mudou de faixa, quem piorou no ciclo e quem está com pendência — com o encaminhamento já indicado.
faixas de classificação IOCO, com trava rígida nas superiores
Índiceeixos corporais lidos pelo Radar Corporal Offshore
Avaliaçãocheckpoints de evolução: 15, 30, 60 e 90 dias
Acompanhamentoregistros sobrescritos: histórico append-only, sem apagar passado
GovernançaGovernança
A atuação é de avaliação e intervenção físico-funcional, dentro do escopo do profissional de Educação Física. Não há prescrição médica, nutricional, fisioterapêutica ou psicológica, e não há conduta hormonal de qualquer natureza. O que excede o escopo é encaminhado, registrado e devolvido à operação como pendência rastreável.
Responsável técnico · CREF 058773-G/RJ · JA Prime Wellness Group
Piora funcional identificada antes do evento, com evidência para sustentar o PGR e o inventário de riscos da NR-1.
Leitura do efetivo por faixa de risco, com base para projetar redução de afastamento, substituição de embarque e passivo trabalhista.
Quem embarca em condição de sustentar a jornada, quem precisa de acompanhamento e quem exige reavaliação antes do próximo ciclo.
Próximo passo
Uma leitura inicial do contrato ou da unidade: onde está a exposição físico-funcional não medida, qual parcela do efetivo exige acompanhamento e o que entra no plano de ação dos próximos 90 dias.